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Vitoriando ♥

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Querida leitora,

Ontem assisti à um filme chamado "The Edge of Seventeen", estrelado pela talentosíssima atriz e cantora Hailee Steinfeld. É uma típica obra cinematográfica adolescente que revela a vida de uma garota comum com alguns problemas sociais e familiares. É bem bacana, recomendo. Porém, fui assistindo sem criar nenhuma expectativa. Durante o decorrer da história, comecei a perceber que Nadine (é a personagem da Hailee) não gosta de si mesmo. Na verdade, ela se odeia. Com isso, retomaremos ao que eu disse acima: típica obra cinematográfica adolescente. Típica. Consegue sentir a realidade ali? Me sinto extremamente aflita. É algo normal os adolescentes hoje em dia se sentirem tão para baixo assim? Infelizmente, sim. Você sabe disso, amiga(o). Eu também sei. Não existe uma pessoa se quer no mundo que é feliz consigo mesmo. Bom, se existe, maravilha. 

É assustadoramente comum vermos adolescentes, de qualquer gênero, odiar a si mesmo. Odiar. Uma palavra tão forte, não acha? Eu não vou bancar a menina absurdamente confiante e te dizer palavras bonitas para que bloqueie esse tipo de pensamento da sua mente. Não, não. Algum dia posso ser essa menina, mas hoje não. Só não quero que você se sinta assim, pois sei como é horrível. 

No filme, tem uma cena que me emocionou demais. Chorei horrores. Nadine havia tretado com o irmão, e quando foi se desculpar, acabou desabafando. Juro pra você que nunca me identifiquei tanto com algo quanto aquelas falas. A garota basicamente disse que desde pequena, imagina se vendo como um telespectador que assiste a si mesmo e que odeia o que vê. Nessa parte meus olhos já estavam carregados de lágrimas. Ela continuou dizendo que não sabe como mudar isso e que tem medo de que esse sentimento dure para sempre. 

Pô amiga(o), pra que ela foi falar isso? Não me segurei e chorei muito. Sinceramente, eu me vi ali. Ei, não se preocupe. Não chego a me odiar, mas definitivamente, não gosto do que eu sou e não quero ser assim para sempre. Eu sou o que você lê aqui no blog. A EU verdadeira. Mas, na vida real, não consigo por em prática. Qual é o meu problema? O pior de tudo é saber que há outras pessoas que se sentem assim e não saber o que fazer para poder ajudá-las. Me sinto tão impotente. O que devo fazer?



Até nossa próxima conversa, fique bem.
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Reprodução/Joe Goble

O Natal é uma época do ano que me enche de luz e amor. O coração fica carregadinho de coisas boas e nos faz querer ficar mais próximo da família para comemorar este dia tão especial. Hoje é aniversário da pessoa mais importante da minha vida: Jesus Cristo! Sabe, eu estava refletindo e parei para pensar numa coisa: quando éramos crianças (pelo menos eu), não pensávamos muito no verdadeiro significado do Natal. Era época de ganhar presentes, :P. Hoje, já não me importo em recebê-los. As coisas materiais estão cada vez tendo menos importância pra mim. Eu prefiro viajar! ♥ Acredito que isso seja bom, já que comecei a prestar mais atenção na família maravilhosa que tenho e só quero curtir todos os momentos com eles antes que seja tarde demais. Talvez isso seja o famoso espírito natalino!



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É nesses momentos em que eu gostaria de obter mais vocabulário-ou ao menos saber me expressar melhor- para tentar descrever a vocês tudo o que tá acontecendo aqui dentro de mim. É uma confusão danada. Sinto uma imensa necessidade de chorar até não haver mais lágrimas, sabe? Normal né, super normal. Odeio me sentir assim, porque me sinto fraca e impotente, só que na verdade eu sou a única que pode mudar essa situação. Às vezes, só quero deitar e esperar essa época ruim passar, mas sou teimosa demais pra isso. Não curto nada a ideia de ficar parada e ver a vida passando por mim, só esperando a chance de eu agarrá-la com todas as minhas forças. E acredite, é essa a minha vontade. Infelizmente, vontade não é o mesmo que coragem, então presumo que devo trabalhar mais nisso. 

Nesses últimos meses passei por coisas complicadas, que nem passaria pela minha cabeça a possibilidade de eu ter que enfrentá-las. Enquanto tudo estava acontecendo eu parecia bem firme. Me impressionei comigo mesma, acredite. Mas agora é a hora de receber todo o sentimento que sufoquei durante meses. E, meu caro amigo, não tá fácil não. Há momentos em que tudo parece ter se ajeitado, em que a sensação de angustia some por alguns minutos, mas é só me lembrar disso que ela voltar pior a cada vez. Eu me sinto angustiada constantemente e nem sei o motivo, isso é horrível. 

O que mais desejo no momento é estar em algum lugar bonito, naqueles dias em que o pôr-do-sol dá um show de beleza e tocando alguma música fofa do estilo Folk pra relaxar. Ter algum boy por perto também seria espetacular, mas no momento tô tentando criar essa sensação comigo mesma. Amor próprio é muito importante.

Existe algo dentro de mim que não me deixa desistir. Algo bem bonito chamado fé. Por mais que eu não seja tão ativa assim na igreja, minha relação com Deus é maravilhosa e eu realmente confio muito Nele. Hoje mesmo  disse a Ele que entendo o fato de ter que passar por essas tempestades diárias e que quando tudo isso acabar, irei apreciar a paisagem de um lindo arco-íris, mesmo que só por alguns dias. 

Poxa, já é fim de ano! Será que esses sentimentos não poderiam ainda se manterem guardadinhos até 2017? Tô falando isso, mas na verdade é até bom ele aparecerem agora. Em 2017 quero ser fabulosamente(palavrinha bem Sharpay Evans) feliz e dedicada, o que será TOTALMENTE o oposto de 2016. É ano de vestibular, ano pelo qual toda minha carreira acadêmica anseia. Se eu tô nervosa? Que isso, imagina! C-O-M-P-L-E-T-A-M-E-N-T-E. 

Bom, acho que o texto de hoje é "só" isso. Tive uma vontade repentina de querer desabafar com vocês, espero que me entendam também. Até a próxima! ;)

XOXO
Jaburu
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Imagem de Afro, black hair, and hair
Eu tô aqui pensando, pensando, e refletindo sobre esse assunto que vou falar agora. Sempre tive vontade de abordar esse tema, e depois de algumas coisas que li na internet, me impulsionaram a escrever este texto.

Para começar, eu sou negra/preta/parda/branca/todas as cores porque todos nós somos uma mistura só. Cada individuo possui em seu gene variadas características de diversos povos diferentes espalhados pelo mundo. Não tô dizendo isso só por falar, pois tive o imenso prazer de assistir a um vídeo que tratava sobre essa visão:


UAU! É uma ótima campanha, não? Espero que vocês estejam tão inspiradas e emocionadas quanto eu. É confortante saber que no fim, é todo mundo farinha do mesmo saco ♥.

Nestes últimos tempos, surgiu uma onda de cacheadas se aceitando e fazendo aquela transição capilar, em que alguém com cabelo tratado quimicamente interrompe o tratamento para voltar aos cachos. E, gente, eu acho isso INCRÍVEL. Vocês não têm noção do quanto eu me sinto orgulhosa por todas elas. Autênticas, estilosas e lindas! 

Maaaas, como tudo tem o seu lado ruim, começou a surgir um mimimi contra quem faz uso de química(alisamentos, escovas progressivas de todos os tipos, etc) e eu me encaixo nesse grupo. As pessoas têm que entender que eu não sou obrigada. Que não é por eu ser "preta" que devo ter os meus cabelos crespos; que só porque alisei, não quer dizer que eu não amava o meu cabelo natural. Ridículo! Cadê a liberdade de cada um? Em um século onde "pode tudo", eu não posso ter cabelo alisado? 

Bom, eu tive os meus motivos para recorrer a progressiva. Sempre achei meus cachinhos lindos, volumosos e poderosos. Porém, diante de tudo isso, ele também dava muito trabalho. Sou uma pessoa que gosta de mudar sempre, enjoo fácil das coisas e gosto de me sentir livre para ser quem eu quiser. Por esses motivos, optei por alisar. E, olha, eu não me sinto tão eu se o meu cabelo fosse diferente do que é agora. Tem gente que argumenta esse tipo de acontecimento como "sair de uma ditadura, para entrar em outra". Não vou me posicionar quanto a isso, também nem sei se concordo. Não encaro como uma ditadura, mas é a liberdade, gente! Seja cacheada ou alisada, você é maravilhosa de todo jeito.

Vocês estão se perguntando se por acaso, sofri algum tipo de bullying pelo meu cabelo cacheado. RÁ, mas é claro que sofri. Algumas vezes cheguei a chorar porque faziam umas piadas idiotas sobre mim. Mas, logo no outro dia, eu estava lá, com os meus cachos lindos. Sempre gostei de tirar fotos com volumão, balançar pra lá e pra cá-e o melhor de tudo- receber elogios do meu cabelo.

Hoje sou Vitória, de cabelo liso, negra e muita autoestima. Defensora dos reprimidos(risos) e propagadora da liberdade de ser quem você é. Então pessoal, minha dica pra vocês é: encontrem-se. Procurem entender qual é a sua melhor versão. Tenho certeza de que é sensa! E, galerinha, parem com essa coisinha chatinha de querer rotular tudo. Vamos aproveitar a vida, ela precisa ser vivida! ♥ 

Com amor,
sua amô. 
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{leia ouvindo Celeste - Ezra Vine}

Dear Charlie,

O tempo passa tão rápido. Olha só, já é 2016! 366 oportunidades para ser melhor, para novas conquistas, para ser feliz. É tudo tão incrível. A cada novo ano, nossas esperanças se renovam e nossos sonhos saem das escuras para tentarem se tornar realidade. É isso que eu gosto em toda virada do ano. Essa euforia, essa luz que brota lá de dentro do nosso coraçãozinho que nos faz querer mais. Mais amor. Mais vida. Mais sentimento. O que acha, Charlie? Seria bobagem da minha parte? Bom, a maioria das pessoas diriam que sim. Mas não é minha culpa se são insensíveis demais para enxergar o mundo com outros olhos.

Enfim, estou lhe escrevendo para dizer quais são os meus desejos e expectativas deste novo ano. Pode acontecer de eu me perder por entre as palavras, mas convenhamos, você já está acostumado com isso. Eu e minhas confusões(risos). Bom, em 2016 quero descobrir qual carreira irei seguir. Já vou para o segundo ano do Ensino Médio, e esta dúvida me tira o sono. Também quero ler mais, já que 2015 foi um dos piores anos literários pra mim. Pretendo ler 2 livros por mês(ah, depende da quantidade de folhas também), mas não posso ficar 1 mês sem ler nada. De maneira alguma!  

Vou me redescobrir. Procurar coisas novas. Assistir filmes diferentes do que estou acostumada(quem sabe descubro um gênero que vou gostar muito?), conhecer novos artistas, tanto músicos quanto pintores. Ler livros diferentes, não aqueles que todos conhecem, sabe? Assistir à documentários que retratam problemas sociais e relatos históricos. Resumindo tudo isso: quero me enriquecer culturalmente. Isso é uma das coisas que nunca poderão tirar de mim.

Não irei pensar muito. Pensar cansa e me faz muito mal. Não estou falando de estudos, mas me refiro aos desafios diários. Sou daquelas que pensa milhões de vezes para tomar uma decisão, ou tentar adivinhar o que está acontecendo a minha volta. Neste ano, quero relaxar quanto a isso. Passei por muito estresse em 2015 e não quero repetir em 2016.

Vou voltar à igreja. Se Deus me permitir, vou participar do Movimento Escalada da minha igreja. Sou católica, e faz um bom tempo que não acompanho as missas. Sei que Papai está esperando por minha volta. ♥

Me dedicar totalmente aos estudos. Agora que conclui o curso de língua espanhola, terei mais tempo para estudar, fazer trabalhos e tarefas. Uma das minhas metas para este ano é ser uma das melhores alunas da sala. E por que não a melhor? :) Nada é impossível para quem tem fé!

Vou procurar me amar mais. Ser autêntica a mim mesma. Não há nada melhor do que possuir autoestima para dar e vender!

Que este ano seja maravilhoso para você, Charlie! Deus o abençoe! Beijos
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Dia desses, enquanto assistia à algum filme na qual não me recordo o nome, me peguei pensando no bullying em que sofria na escola. Meu peito doía e meus olhos enchiam de lágrimas só de pensar. Foi a pior época da minha vida. Ou era eu quem se importava muito, ou eram eles que maltratavam demais. Nunca fui a mais bonita da sala, muito menos da escola. Nunca fui a garota mais legal da sala, mas também não era a mais anti-social. Eu vivia num meio-termo. Não sabia se ia ou ficava. Não sabia se me manifestava ou tapava meus olhos e deixava rolar.

Eu me achava forte o suficiente para aguentar tudo aquilo. A ilusão que criei em minha própria mente, realmente me fazia acreditar nessa força faz-de-conta. Mas, na realidade, apenas estava escondendo os sentimentos ruins dentro de mim. Mal sabia eu, que o que precisava era desabafar. Ou também de alguém que me ouvisse, me apoiasse. Pensando nisso, resolvi usar toda essa minha experiência para ajudar meninas que sofrem por não serem aceitas na sociedade em que estão inseridas. Não há nada de errado contigo, você é única e linda! Se disserem algo ao contrário, não se importe.

Sei o quanto que os comentários maldosos influenciam na vida daqueles que o recebem. Sei o que é chorar por já se sentir esgotada e não se amar. Me deixa triste o fato de que não fui a única a passar por isso, e que muitas meninas sofrem atualmente com esse problema. Nos meus maus tempos, queria muito que alguém me entendesse, sei bem como é. Caso precisem de alguém para desabafar ou pedir ajuda, saibam que estou aqui com vocês. Sempre e sempre.

Beijinhos,
Sua Vick.
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Querido Charlie,


Algo está errado. Calma, vou lhe explicar tudinho. Já disse palavras bonitas para alguém só pelo medo dela não se magoar com o que você realmente sente? Ou achar que algo é verdadeiro, e quando acontece alguma coisa não muito legal, você percebe que não é tão verdadeiro quanto imaginava? Não sei se é isso que estou sentindo, Charlie, mas é um tanto confuso. Sim, querido, eu estou falando de amor. Mas não é do tipo entre homem e mulher. É aquele de amigo, entende? Acredito que não seja apenas eu, mas a grande maioria das pessoas, falam "Eu te amo" sem realmente amar. Compreendo de que isso é totalmente errado, mas meio que não há como evitar. Você se deixa levar pela emoção do momento e todo aquela alegria contagia tanto que acaba soltando palavras que muitas vezes não significam nada. Nadica de nada. E a pessoa, que provavelmente está sentindo a mesma confusão(ou não!) e diz o mesmo para você. 

Na real, não sei o que faço. Talvez eu esteja exagerando. O que uma garotinha de 14 anos sabe da vida? Não muito, mas dá pra ter uma ideia de como é complicado, mas ao mesmo tempo...interessante. Sei que ainda tenho que aprender muitas coisas, e até estou curiosa para passar por tudo isso e se tornar cada vez mais forte. Uma das coisas que aprendi com esses anos é que se você der moral para o medo, ele vai estragar muita coisa. Ou também, várias coisas podem deixar de acontecer por conta dele. Quando cai a ficha de que você realmente está amando, dá um medinho da pessoa te magoar, né? E nossos pensamentos enchem-se de "E se", qualquer errinho parece que pode estragar tudo. Mas, pode ficar tranquilo, se for amor mesmo, pode ser a tempestade que for, ele continuará firme e forte.

Vou procurar distinguir meus sentimentos, querido Charlie. Não vou dizer "Eu te amo" sem realmente amar. Fazendo isso, estaria mentindo para mim mesma e para quem eu disser. Não podemos deixar esse sentimento perder o seu valor, o mundo está do jeito que está, as pessoas mentem, chantageiam uma as outras, brigam entre si. Mas, espero, que eu não faça parte dessa loucura.

Um beijo, 
até o próximo desabafo.

Com carinho, Vick.
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Temos a mania de achar que amor é algo que se busca. Buscamos o amor nos bares, buscamos o amor na internet, buscamos o amor na parada de ônibus. Como num jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto dentro das boates, nas salas de aula, nas plateias dos teatros.

Ele certamente está por ali, você quase pode sentir seu cheiro, precisa apenas descobri-lo e agarrá-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade. Há quem acredite que amor é medicamento. 

Pelo contrário. Se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima, e, caso o faça, vai frustrar sua expectativa, porque o amor quer ser recebido com saúde e leveza, ele não suporta a ideia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de auto-estima. 

Você já ouviu muitas vezes alguém dizer: “Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu”. Claro, o amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que, antes de tudo, tratam bem de si mesmas. O amor, ao contrário do que se pensa, não tem de vir antes de tudo. Antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de curtir a vida. Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo o mais dará certo. 

Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores, quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem máscara e sem fantasia. É esta a condição. É pegar ou largar. Para quem acha que isso é chantagem, arrisco-me a sair em defesa do amor: Ser feliz é uma exigência razoável, e não é tarefa tão complicada. 

Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se auto-flagelam por causa dos erros que cometem. Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes (ou princesas) encantados(as). 

O amor é o prêmio para quem relaxa. As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando, na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas.

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Estudante e mora no interior do estado de São Paulo. Ama ler, desenhar, ouvir uma boa música e assistir à vários seriados. Criou este blog para dividir um pouco da sua vida e ajudar garotas a descobrirem o quanto incríveis elas são, espalhando amor por aí!
Sejam bem vindas(os)! ♥

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